sexta-feira, 30 de maio de 2008

Under Rock 4 - agora sai


Olá


Dia 12 de julho acontece em Porto Velho a Under Rock 4


às 14 horas
no Festas Point (atrás da Escola João Bento da Costa)

com as bandas:

Atrito X
Nephtis
Merda Seca
New Change
Hey Hey Hey
Hellfire Club
Célula'tiva
Vórtice
Sharkeiros
Reticências



Ingressos somente com as bandas no valor de 7 Reais



quarta-feira, 28 de maio de 2008

Rádio ao Vivo - Relatos de Elton


Olá caros amigos,
Faz uns 2 meses o Isaac me pediu pra inscrever minha versão da história da Rádio ao Vivo, pelo menos a época que vivi, e com as obrigações do dia a dia, acabei esquecendo neh...
Bom, por onde começar, é melhor pelo começo né? mas pra isso tenho que contar uma pequena história de 3 seres inferiores: Anderson, Elton e Hermes.
Anderson e Elton, primos postiços, começaram seus primeiros acordes num mini violão em frente à Roberto Simon Jóias (merchan), empolgados com o bom resultado, depois de uns 2 anos que haviam começado nesse novo mundo, conhecem na escola Barão do Solimões, um ser medonho chamado Hermes. É então criada a trupe, e estes três seres tinham algumas coisas em comum à respeito de música, influenciados pelo Sr. Leonel que havia ido à penúltima festa do heavy ney (tentando embriagar os pobres punks, mas eles gostavam de cerveja), resolvem então, botar a cara a tapa e tocar com a recém criada K.O.D., que tinha outros integrantes, porém não aguentaram a pressão e saíram.
Eis que a Rádio ao Vivo entra em nossas vidas.
Na reunião da tribo do rock, antes da última festa da oficina do rock, chega 3 seres medonhos e diferentes, pedem pra tocar na festa, o povo então concorda, e cria curiosidades em outros 3 seres mais estranhos ainda que queriam ver qual era a dos caras estranhos que tava entrando no ninho: Isaac, Kurimori e Rafael.
De inicio havia me identificado com o Isaac, tinhamos praticamente a mesma idade e as mesmas angústias até, éramos os mais velhos e até os mais loucos.
Esses 3 seres então começam aquela entrevista sobre nós e começou até a criar uma amizade que logo depois foi concretizada..
Como não tinhamos baterista nem baixista, conseguimos convencer o Macaco (one weak) a tocar baixo, ensaiamos uma coisa básica no estúdio da Neófitos (Rádio ao Vivo), porém baterista não tinhamos, e no show acabamos emprestando uns 3 bateristas hehehe
O que vimos de prima foi seres altamente perdidos, que todos os dias estavam pela praça, bebendo todas e todas, porém não havia futuro para eles, ou pelo menos não aparentava, por trás dessa vida louca, havia muita dor, que nos contagiou até por um bom tempo.
Mas o importante mesmo desta pequena fuga do objetivo deste é mostrar como conheci esses caras.
Nas noites não dormidas nos Rafa's ficamos cada vez mais amigos, já éramos uma grande familia.
Vi diversas apresentações da banda. Me tornei fã da banda. Adorava as músicas "Ilusion" e "Fossa Celestial" que eram hinos pra nós...
Nas noites não dormidas nos Rafa's ficamos cada vez mais amigos, já éramos uma grande familia.
Uma vez cheguei a tocar com a banda numa festa no final da campos sales, houve um problema com o Kurimori e o Isaac me pediu pra tocar com eles, bebemos todas e nem tocamos nada direito, mas foi a primeira vez que toquei com o Buiu e o Isaac.
Em meados de 2005, a Rádio ao Vivo passa por uma crise e o Isaac me convida pra ingressar na banda, apesar de muitos falarem que estava fazendo a coisa errada e blá blá blá, acreditei na minha intuição e encarei o desafio.
De 2005 pra cá, muitas coisas aconteceram e momentos maravilhosos desfrutados ao lado deles.
Isaac e o Buiu são dois irmãos que levarei para sempre comigo.
Isso mostra que simples coisas que fazemos mudam nossa vida de uma forma que não lembramos mais quem éramos anteriormente.

Hoje a banda está completando 4 anos de história e é bom fazer parte dessa familia e desta história, daqui a 10 anos espero que a história continuem...

Se eu lembrar de algo mais eu posto depois...

até +

terça-feira, 27 de maio de 2008

Rádio ao Vivo - 4 anos de muita história


POR: ISAAC RONALTTI





Todo garoto já deve ter sonhado um dia em pertencer a uma banda. Reunir uns amigos... que pensem coisas legais... parecidas (isso não significa que sejam iguais), falar do que pensa, propor insurreições, revoluções, ou, de maneira despretensiosa arranjar um bom motivo para reunir a galera, falar umas besteiras, contar histórias, falar de neuras pessoais. Para um garoto, o que precisa ter e saber pra montar uma banda é muito pouco: basta aprender umas quatro notas, comprar um violão velho, uma BNB (uma bateria que mais parece uma panela), ou então dar um jeito de roubar os tambores e bumbos velhos da fanfarra do colégio que você estuda. Isso é que torna o ROCK em ROLL, é isso que faz as pedras rolarem, que abre as portas da mente, que faz com que o sangue esquente, falte o fôlego e justifique toda pulsação que há neste ritmo. É isso que faz com que adolescentes se reúnam, na maioria das vezes sem saber tocar, e montem uma banda para atormentar vizinhos, familiares, mas sempre sendo a força motriz que faz com que as crianças, os adolescentes, os idosos, homens, mulheres, até os narigudos (em homenagem ao Elton) acreditem e montem uma banda.
Vou contar alguns fragmentos da história da banda Rádio ao Vivo ocorridas ao longo destes quatro anos de existência. Poderia fazer uma descrição cronológica chata e enfadonha – isso se encaixa melhor em artigos científicos, que embora sejam interessantes, costumam ser cansativos. Resolvi contar esta história falando de amigos, desafetos, companheiros de lutas. Isso me fez acreditar cada vez mais que, sim! Somos uma banda! mas que antes de tudo sempre fomos uma família, todos que de alguma forma colaboraram, passaram pela banda, apoiaram, criticaram e até aqueles que tentaram, por diversas vezes inclusive, mutilar, botar pra dormir, entregar as vísceras aos abutres – assim como Zeus fizera com Prometeu – deste humilde, desatento amigo que vos escreve.
Tentei colorir o texto, deixar as coisas alegres – assim como meu amigo Anderson – popularmente conhecido nas ruas de Porto Velho como “garrafinha” - pensa coisas relativas a bandas. Isso também não quer dizer que estas linhas vão ser coloridas de cor de rosa e sonorizadas com todo o arsenal maldito de músicas de bandas EMOCORES – no dicionário do Gabriel da Scrooff, EMOCORE aparece como HARDCORE MELÓDICO. (risos)
Só lembrando que este material é um texto apologético da banda Rádio ao Vivo, portanto, não serei imparcial, engrandecerei e homenagearei esta banda, puxarei saco, os amigos riam disso, os inimigos se martirizem ao ler. (Luiz não perca seu tempo lendo isto, mas se o fizer, publique estas linhas no “Fundo do Mundo”). (risos)
Pelos idos de 2003, Isaac, Kurimori, Bruno, com as colaborações do amigo Panda tiveram a nefasta idéia de criar uma banda. Na época, estávamos na Igreja Metodista, mas com certeza a Igreja Metodista não estava em nós – com o devido respeito, descobrimos a grande potencialidade da instituição citada em fabricar, e ainda, colaborar com a formação de pessoas, inescrupulosas, preconceituosas e conspiradoras, no mundo das igrejas evangélicas essas pessoas são conhecidas como “sepulcro caiado”, ou seja, pessoas aparentemente boas, dóceis, cheias da candura peculiar aos servos do senhor, mas que por dentro estão cheias de muita podridão, mas essa é outra história. Tentamos concretizar a idéia de montar a banda ainda no mesmo ano, mas não conseguimos. Até que em abril de 2004, nascia de fato a banda. Vindo a existir inicialmente com o nome de Neófitos – assim como realmente éramos, um grupo de garotos trazidos para um novo mundo, recém chegados a uma nova idéia – não é nenhuma referência à cachaça.
A tia Edna, como chamávamos, mãe do Kurimori, Historiadora e professora competente – fui aluno dela quando estudei no João Bento da Costa, muito conhecida na Zona Sul de Porto Velho, principalmente por na época lecionar nas escolas João Bento da Costa e Vicente Rondon, nos apoiou muito: ajudava-nos a organizar rifas, festas para levantar fundos para custear os instrumentos, simplesmente uma pessoa incrível; sem falar na vó do Kurimori, a Dona Ana, um amor de pessoa, mas não titubeasse pois ela era expert em dar aquelas respostas, ás vezes lembrava até o seu lunga.
Depois de dar um trato no quarto do Kurimori (observe a decoração na foto), começamos a compor e ensaiar. Infelizmente as coisas não estavam fluindo, nosso primeiro baterista, o Agredson, sujeito bacana, embora não compreendesse o que estávamos tentando produzir – enquanto tocávamos um punk tosco, de notas resumidas, o Agredson tentava enfiar um toques de bateria à la umas dessas muitas trupes de Forró Bodó que existem em qualquer esquina do país. As coisas não andavam bem, resolvemos então “demitir” o Agredson, com a nobre justificativa de que não estávamos conseguindo acompanhar o ritmo dele, afinal, já havia bastante tempo que o Agredson tocava em igreja, e realmente ele, assim como o Bruno também tinha muito mais conhecimento musical do que eu e o Kurimori.
Numa tarde de sol, eu e Kurimori andávamos pela saudosa Jatuarana, chegando a Praça da Pirâmide encontramos um magrelo, neguinho, com uma marca no braço aparentando ser de fratura exposta sarada há pouco tempo. O cara era o Buiu. O Kurimori já o conhecia de longa data, foram vizinhos e amigos de infância. O Kurimori havia ficado sabendo que o Buiu estava aprendendo a tocar bateria na Igreja Quadrangular. Perguntamos do Buiu se ele não queria fazer um teste, ele respondeu que aceitaria, mas nos advertiu que ele não sabia tocar, até porque o pessoal da igreja não deixava. Pois bem, fomos até a casa do Kurimori, pedimos para que o Buiu acompanhasse na bateria o barulho que estávamos fazendo com a guitarra e o baixo, de alguma maneira aquilo tudo ficou legal, e o Buiu destruiu na bateria. Chegamos até ele e falamos: “pow bicho tu não falou que não sabia tocar!”, o Buiú respondeu: pelo menos eu falei e vocês que não falaram. A partir de então o Alex Pablo, mas conhecido na Zona Sul e em toda Porto Velho como Buiú, era o baterista oficial da banda Neófitos; estava montada a banda. Ah... só lembrando, antes de realizarmos o teste com o Buiú, tentamos encaixar na banda o “Mendigo”, não sei onde o caminho da vida levou o garoto, era gente fina.
Ficamos compondo e ensaiando de abril até junho, foi quando fizemos uma rápida apresentação numa igrejinha lá no final do Conjunto Guaporé, apresentando uma música – “Ingratidão”. Nossa primeira aparição aconteceu mesmo no final de Junho de 2004 na extinta Oficina do Rock, o templo mágico do rock em Porto Velho – por sinal, era aquela a nomeada “antepenúltima festa na oficina”. A apresentação foi bem legal, cheia de energia, além do cubo estourado do Daniel da Semáforo 89, que soube entender nossa inexperiência, e ainda deu uma força na nossa primeira apresentação. Nessa época conhecemos o Rafael, um cara bem legal. Havia pouco tempo que seu pai tinha falecido. Os Rafa’s (o Rafael e a Rafaele) passaram por uma época difícil, talvez superada com nossas brincadeiras – algumas delas macabras, como a de decorar o quarto do Rafael com cruzes de mármore roubadas do cemitério, pensando nisso... nunca atentei para o fato de que tínhamos uma preocupação especial com a decoração dos quartos, ainda tenho essa mania. Nessa época compomos muitas músicas, uma delas foi “Câncer”, em razão da morte do meu avô, da morte do pai do Rafael, além da Leucemia que acometeu aquele que seria nosso vocalista – o Igor. Percebemos que muitas pessoas ao nosso redor estavam com câncer, ou tinham falecido devido à doença. Talvez esse fator tenha influenciado muito na nossa forte relação de amizade. Nessa época também escrevi “Fossa Celestial”, na verdade era uma carta rimada, que fiz em homenagem a uma senhora – evangélica e extremamente preconceituosa - que ficava na Biblioteca da Escola Estudo e Trabalho, umas rimas sacanas desenvolvidas em 10 minutos, enquanto estava sentado numa mesa da biblioteca da escola anteriormente citada. O Rafa tinha um talento especial para a escrita, deu uns toques legais na construção de algumas músicas – pensamos até em colocá-lo na banda, mas ele não sabia cantar, muito menos tocar algum instrumento. Tentamos resolver o problema, inventando um instrumento que o Rafael pudesse tocar: um dia qualquer, de uma semana qualquer do ano de 2004, na casa do Rafael, chegou seu sobrinho, observamos que ele trazia um boneco do Mickey, o guri havia furado o dedo do boneco, botava a boca no dedo do boneco e assoprava, quando fazia isso emitia um som legal. Levamos o boneco até o Rafael e pedimos para que ele assoprasse, caso ele conseguisse, estaria na banda. O Rafael conseguiu, nomeamo-lo o “tocador de Mickey” da banda – infelizmente a idéia não vingou. (risos)
Nas últimas festas da Oficina do Rock, conhecemos o pessoal da K.O.D. (Knights of Destruction – os cavaleiros da destruição). Estava acontecendo uma reunião para a organização da penúltima festa, quando chega três guris na porta dizendo que tinham uma banda e que queriam tocar – lembro da cara de Psicopata do Anderson, das risadas do Hermes e do olhar de maníaco do Elton. Inicialmente, não fui muito com a cara deles não. Mas os caras eram legais, ficávamos horas conversando a respeito de música nas proximidades da Oficina do Rock e em frente a Roberto Simon Jóias. Lembro de um dia estar conversando sobre nomes esquisitos de banda. O Anderson começou a citar os nomes que ele havia pensado para banda deles, entre eles “Pára-raios do Além”. O Rafael disse que não queria mais tocar Mickey conosco, resolveu então virar baixista da KOD, que pouco tempo depois mudou o nome para MAMUTH. Sinceramente, nunca imaginei que iria tocar com o Elton, mas o que são os caminhos maléficos da vida...



CONTINUA...

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Under Rock 4 e o Dia Mundial do Rock

No dia 13 de julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock. E não se trata de uma data qualquer. Em diversas partes do mundo, milhões dos fãs do estilo aproveitam o dia 13 para reverenciar seus maiores ídolos.

É indiscutível a importância do rock'n'roll não somente na música, mas também na sociedade moderna. Símbolo de rebeldia para os jovens, o rock já passou por diversas fases durante os seus 50 anos de história.

Até hoje não existe ao certo uma data exata que marque o início do rock, mas a década de 50 é considerada fundamental para o estilo. Foi nos E.U.A que artistas como Bill Halley, Chuck Berry e Little Richard, deram o pontapé inicial no gênero. Desde o começo, o rock sofreu influências da música negra norte-americana com blues e R&B.

O músico Vladi, baixista da lendária banda brasileira de punk-rock, o Ulster, acredita que a transformação da música negra foi essencial para a criação do rock'n'roll. "Toda a transformação do blues e da música negra norte-americana, na década de 50, foi fundamental para os roqueiros. Sempre me lembro do Bill Halley, a sua postura no palco é a melhor definição do rock", afirma.

É com o surgimento do considerado "Rei do Rock", Elvis Presley, que o estilo finalmente se consolida como um fenômeno para as massas. O cantor fez com que o gênero se tornasse comercialmente rentável para as grandes gravadoras da época.

O jornalista André Barcinski, apresentador do programa de rádio Garagem, acredita que Elvis Presley pode ser considerado o marco zero do rock. "Elvis foi o catalisador, o cara que transformou o rock em sucesso".

A partir de então, a lista de artistas só cresceu. The Beatles, The Rolling Stones, The Monkees, The Animals, Led Zeppelin, The Doors, Bud Holly, Bob Dylan, Sex Pistols, The Who, The Beach Boys, Jimmy Hendrix, David Bowie, Queen, Iron Maiden, Metallica, entre diversos outros.

Assim como os artistas, a mistura de rock com outros estilos musicais cada vez mais conquistava novos adeptos. Seja com o punk, folk, progressivo, heavy metal, hard rock, grunge, Britpop ou qualquer outro, o rock prova conseguir se renovar e parece sempre respirar quando todos apostavam que seu fim já estava próximo. "Na verdade o rock não morreu. Ele agonizou durante um bom tempo. Infelizmente a música virou uma indústria, então hoje, é necessário se garimpar muito para encontrar artistas de qualidade. Mas ainda existe muita coisa boa sendo feita", afirma Vladi. Barcinski também acredita que o estilo ainda tem muito o que mostrar. "Claro que o rock não morreu. Ele ainda é um dos gêneros mais populares do mundo".

Já se viu praticamente de tudo no rock'n'roll. No começo, as bandas eram um fenômeno parecido com o que são as boy band's de hoje. Beatles, Rolling Stones e Elvis Presley, por exemplo. Quem é que nunca assistiu a um vídeo deles e não reparou na platéia cheia de adolescentes histéricas, hipnotizadas por seus ídolos enquanto os mesmos tocavam rocks dançantes e com letras de amor?

Houve a época dos punks, com seus cabelos espetados, roupas rasgadas e letras anárquicas. Descontentes com a sociedade da época, os punks podem ser considerados os primeiros rebeldes na história do rock. Entretanto, há quem diga que tudo não passava de marketing.

Nos anos 70, a psicodelia deu o tom no rock'n'roll. Bandas como The Doors e Cream, influenciados pelos Beatles, cantavam letras desconexas e cheias de referências lisérgicas e inspiradas em viagens com LSD.

Na década de 80, as grandes estrelas do rock eram os grupos de Hard Rock. Calças justas, cabelos compridos com muito laquê, shows com performances acrobáticas e letras que tratavam sobre amor e também sobre a vida divertida (e desregrada) de um rockstar.

Chegam os anos 90 e eis que diversos grupos oriundos da cena roqueira de Seattle quebram a hegemonia do Hard Rock o glamour que o cercava. O movimento grunge vai contra todas as características do glam rock. Ao invés das roupas e cabelos da moda, surgem as camisas de flanela e os jeans rasgados. Na música, nada de melodias bem trabalhadas e grandes solos de guitarra. O grunge traz de volta um pouco do espírito punk. As bandas, em sua maioria, cantam sobre problemas pessoais, depressão. O grunge é considerado por muitos especialistas no assunto, como o último sopro de criatividade do rock.

É na década de 90, também, que novamente temos uma explosão de bandas vindas da Inglaterra. Com influências de Beatles, Rolling Stones e Stone Roses, o Britpop lança ao estrelato nomes como Oasis, Blur e Cast.

Hoje, o rock ainda conquista milhões de seguidores por todo o mundo. Seja pelas bandas clássicas, ou com grupos novos como Coldplay e The Strokes, uma coisa é fato, o rock'n'roll continua vivo. Até quando? Isso não se sabe, mas o rock nunca se preocupou com isso.

Seguindo neste contexto, para comemorar o Dia Mundial do Rock será realizada a Under Rock 4 no dia 14 de julho, no Arena Rock Bar, a partir das 20 horas. Com as bandas:

Recato
HellFire Club
Habeas Corpus
Guerilha S/A
Scrooff
Survive - Acre

Ingressos: 5 reais vendidos no local

Informações: 9258-6425



quarta-feira, 20 de junho de 2007

Agenda Rádio ao Vivo para junho e julho


Agenda Rádio ao Vivo para junho e julho

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30 DE JUNHO - 1º Campeonato de Sk8 de Rolim de Moura
Cidade: Rolim de Moura/RO
Local: Pista de skate do município de RM
Ingresso: de graça
Realização: Skatistas de Rolim de Moura

Com:

ENMOU - Vilhena/RO
Innocence - Porto Velho/RO
Rádio ao Vivo - Porto Velho/RO
Mecânicos - Cacoal/RO
Scrooff - Porto Velho/RO
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01 DE JULHO – Prévia do Intercâmbio Rock
Cidade: Ji Paraná/RO
Local: Maskot Bar
Ingresso: de graça
Realização: bandas de Ji Paraná

Com:

ENMOU - Vilhena/RO
Innocence - Porto Velho/RO
Rádio ao Vivo - Porto Velho/RO
Mecânicos - Cacoal/RO
Scrooff - Porto Velho/RO


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22 DE JULHO - Rock in Rua
Cidade: Vilhena/RO
Local: Praça Padre Ângelo Spadari
Ingresso: de graça
Realização: Banda Púbis e Vilhena Rock

Com:

Enmou
Necrose
Overdrive
Púbis
Rádio ao Vivo
Sedna
Sistema Oposto
Strutura 6

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26 a 28 DE JULHO - Casarão ano VIII
Cidade: Porto Velho/RO
Local: Casarão e Biggs Wiskeria
Ingresso: a confirmar o valor do ingresso
Realização: Fan Rock

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